sábado, 29 de setembro de 2012
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Sinceramente, (falsa parte)
Postado por
Giuu
às
16:35
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Marcadores:
Poesia,
Querido Meu Nunca
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/poesia enlatada/
Sinceramente, (falsa parte)
Sou toda sua, sim
[Só não posso esquecer de cuidar de mim]
Beijos relaxados na manhã sem fim
Assistindo raiar um céu carmesim
Fumaça de nuvem cobre teu corpo
Canção de ninar que enaltece a música do nada
Oh, como persiste este amor morto
Calor que gela a alma queimada
[De saudade]
Por dentro, corrói
Verdade que foi, podia ser, não será
[Jamais será]
E tudo vai, o peito que cai, a alma que dói
Ai!
Te quero menos a cada vez que quero mais
Se prorroga a tortura mentirosa
Te quero mais a cada vez que vais
[Imaginação fluente]
Encontro alento em suas mentiras
[na verdade, minhas]
Que erro mais bonito
Esse que fizemos de carícias
Desalmadas, pesadas pesarosas
Beijos borboleteantes, como cítaras suaves suaves
Teu eu, voz dengosa
[Com gosto de chocolate e Coca-Cola]
Céu azul, noite clara em sombras graves
Coisa linda esse brincar de ser
[Não ser]
Sobrou carinho, afago, mundo girou, girou
Lembrem-se da corrida finita, acabou 'querer'
Teu tudo é Tão teu
Meu tudo é Tão tudo
[Meu nada é Tão teu]
[Eu meu é Tão você]
[Tão Tua, São sua por inteira]
O nada restou por demais
Acabou e pelo nada
Pelo nada
Chorare. (Ponto em formato de lágrima)
Sinceramente, (falsa parte)
Sou toda sua, sim
[Só não posso esquecer de cuidar de mim]
Beijos relaxados na manhã sem fim
Assistindo raiar um céu carmesim
Fumaça de nuvem cobre teu corpo
Canção de ninar que enaltece a música do nada
Oh, como persiste este amor morto
Calor que gela a alma queimada
[De saudade]
Por dentro, corrói
Verdade que foi, podia ser, não será
[Jamais será]
E tudo vai, o peito que cai, a alma que dói
Ai!
Te quero menos a cada vez que quero mais
Se prorroga a tortura mentirosa
Te quero mais a cada vez que vais
[Imaginação fluente]
Encontro alento em suas mentiras
[na verdade, minhas]
Que erro mais bonito
Esse que fizemos de carícias
Desalmadas, pesadas pesarosas
Beijos borboleteantes, como cítaras suaves suaves
Teu eu, voz dengosa
[Com gosto de chocolate e Coca-Cola]
Céu azul, noite clara em sombras graves
Coisa linda esse brincar de ser
[Não ser]
Sobrou carinho, afago, mundo girou, girou
Lembrem-se da corrida finita, acabou 'querer'
Teu tudo é Tão teu
Meu tudo é Tão tudo
[Meu nada é Tão teu]
[Eu meu é Tão você]
[Tão Tua, São sua por inteira]
O nada restou por demais
Acabou e pelo nada
Pelo nada
Chorare. (Ponto em formato de lágrima)
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Ribeirinho da Beira do Rio
/poesia enlatada/
Ribeirinho da Beira do Rio
Ribeirinho da Beira do Rio
Diz aí,
ribeirinho,
como é morar
na beira do rio
ver voarem as
aves
as névoas
nuvens nadando em nada.
Azul.
Flutuar,
nascente à foz,
Saído do
mágico início, abençoado seja.
Fadado a
findar na ínfima foz,
Grandiosa foz.
Rema rema,
rema, remador
Vai-se embora
pelos rios
cantando as
correntezas, águas sujas
Peixes boiando
em sua juba, Xis Xis
Teu Sol se põe
em sangue
Da vida que
uma vez era, das cheias
agora tão
vazias. Lagos,
poças.
Vermelhas.
Querida Vida,
tão linda
tão viva, de
linhas e círculos
e todas as
formas,
a mais bela
paisagem
Morta.
Para publicar poesia em prosa.
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Por que não postar uma foto?
Porque a escrita vem da alma, não da aparência. Então, que diferença faz?
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