/poesia enlatada/
Sinceramente, (falsa parte)
Sou toda sua, sim
[Só não posso esquecer de cuidar de mim]
Beijos relaxados na manhã sem fim
Assistindo raiar um céu carmesim
Fumaça de nuvem cobre teu corpo
Canção de ninar que enaltece a música do nada
Oh, como persiste este amor morto
Calor que gela a alma queimada
[De saudade]
Por dentro, corrói
Verdade que foi, podia ser, não será
[Jamais será]
E tudo vai, o peito que cai, a alma que dói
Ai!
Te quero menos a cada vez que quero mais
Se prorroga a tortura mentirosa
Te quero mais a cada vez que vais
[Imaginação fluente]
Encontro alento em suas mentiras
[na verdade, minhas]
Que erro mais bonito
Esse que fizemos de carícias
Desalmadas, pesadas pesarosas
Beijos borboleteantes, como cítaras suaves suaves
Teu eu, voz dengosa
[Com gosto de chocolate e Coca-Cola]
Céu azul, noite clara em sombras graves
Coisa linda esse brincar de ser
[Não ser]
Sobrou carinho, afago, mundo girou, girou
Lembrem-se da corrida finita, acabou 'querer'
Teu tudo é Tão teu
Meu tudo é Tão tudo
[Meu nada é Tão teu]
[Eu meu é Tão você]
[Tão Tua, São sua por inteira]
O nada restou por demais
Acabou e pelo nada
Pelo nada
Chorare. (Ponto em formato de lágrima)
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário